Katy Cardoso

A gente não quer uma casa, a gente quer um lar.

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Emanuella Brito

A decoração de interiores tem tanto de criatividade e imaginação, como de racional e minucioso. A opção por uma modalidade decorativa – cores, móveis, objetos em geral – tem o dom de conferir qualidade ou de anular qualquer projeto de decoração. Errar na composição do ambiente requer um recomeço laborioso e nem sempre é possível corrigir os equívocos. Daí a importância de se recorrer a um profissional, que saberá exatamente como transformar o recanto de cada pessoa em um espaço confortável, agradável, prático e menos dispendioso.

Ser um bom decorador exige que o especialista acate a vontade e os hábitos de seu conjunto de clientes, sempre respeitando os valores estéticos e sua forma de expressão pessoal, buscando incessantemente o aconchego e o prazer. Mesmo que ele tenha de caminhar na contramão de um mercado opressor, hegemônico, que tenta impor seus desejos e padrões ao público-alvo e aos profissionais desatentos.

As novas tendências e a decoração de bom gosto podem se associar tranquilamente se o decorador apelar sempre para o bom senso e a harmonia das proporções. Assim, ousando e simultaneamente se precavendo, o bom decorador pode, em pouco tempo e sem tantos gastos, subverter um ambiente, criando um recanto que ao mesmo tempo satisfaça os desejos do cliente e atenda aos imprescindíveis critérios estéticos. E o mais importante fazendo seus clientes felizes ao verem o seu projeto concluído.

A gente não quer uma casa, a gente quer um lar, Algo que seja aconchegante que seja a nossa “cara” e nos faça sorrir para cada canto que olharmos.

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